segunda-feira, 14 de maio de 2018

Assista a "Investigação Criminal" na Netflix, que narra os acontecimentos de casos marcantes, como Isabella Nardoni, Família Richthofen, Mercia Nakashima, Maníaco do Parque e outros...

#InvestigaçãoCriminal #Netflix #CrimesDaVidaReal #PsicopatasNotorios #Pasdemasque


Saiba mais sobre Suzane Richthofen e os irmãos Cravinhos em: http://pasdemasque.blogspot.com.br/2008/11/suzane-louise-freiin-von-richthofen-e.html



sexta-feira, 9 de março de 2018

As mulheres mais perversas e cruéis da história. - Parte I


Atualmente, com a incessante busca por um mundo igualitário entre homens e mulheres, seria um erro fatal pensar que somente homens são capazes de atos de brutalidade, violência e crueldade, ou que assassinatos são de exclusividade dos homens. Geralmente, as mulheres são vistas como seres sociáveis, carinhosos e cuidadosos, e são consideradas “sexo frágil” por sua delicadeza, por trazerem as crianças ao mundo e por pertencerem ao gênero que gera a vida, que nutri e cuida.
Mas, por mais chocante que isto seja, algumas mulheres estão longe de serem indefesas ou inocentes. Desde que Eva colheu aquela maçã fatídica da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal no Jardim do Éden, há mulheres que, apesar de delicadas e amáveis, planejam e executam crimes horrendos, com requintes de maldade e brutalidade.
“Ao contrario dos assassinos homens, uma mulher que mata é uma raridade. No entanto, as mulheres despertam um horror maior que seus congêneres do sexo masculino.” [Retirado do livro “As Mulheres mais Perversas da História” – Shelley Klein]

Diferente dos homens, as mulheres que matam são “assassinas silenciosas”. Muito mais sutis, elas são astutas e cuidadosas em planejar e executar seus assassinatos. Raramente, deixam sangue esparramado pela cena do crime, e o modus operandi consiste num alimento envenenado ou em um acidente doméstico encenado.

Essas mulheres cometem atos extremos de maldade e brutalidade com suas vítimas (que geralmente as conheciam e provavelmente confiavam nelas), como por exemplo, envenenamento, asfixia, estrangulamento, espancamento, tortura, matando recém-nascidos, crianças, idosos e pessoas doentes, bem como adultos saudáveis.
“Psicopatas mulheres não são menos depravadas do que suas contrapartes masculinas. Via de regra, entretanto, a penetração brutal não é o que as excita. A excitação delas vem não de violar os corpos de estranhos com objetos fálicos, mas de uma grotesca e sádica paródia de intimidade e amor, como administrar remédio envenenado a um paciente sob seus cuidados, por exemplo, ou sufocar uma criança adormecida.”
[Harold Schechter. “Serial Killers – Anatomia do Mal“]


Conheça as mulheres mais perversas e cruéis da história (parte 1)


ELIZABETH BÁTHORY - A CONDESSA DE SANGUE (1560-1612)


Foi uma condessa húngara obcecada pela beleza. Conhecida por Condessa de Sangue, era vaidosa e sádica. Infligia castigos e torturas aos seus empregados, sem motivo algum, e se deleitava no sofrimento e morte de suas vitimas. Interessada por magia negra, Elizabeth acreditava que conseguiria continuar jovem para sempre se tomasse banho com sangue humano.
Para isso, ela ordenava o rapto de garotas dos vilarejos próximos ao seu castelo, depois torturava, assassinava e se banhava no sangue das vítimas em uma banheira.
E seus aposentos, foi encontrada uma agenda com os nomes de mais de 650 vítimas, todos registrados com sua própria letra. Seus cúmplices foram condenados à morte, e ela foi condenada à prisão perpetua, em solitária, em um aposento do castelo, sem portas e sem janelas, em 1610, onde permeneceu os seus 3 ultimos anos de vida.

Saiba mais em https://pasdemasque.blogspot.com.br/2008/11/elizabeth-bathory-rainha-dos-serial.html



DELPHINE LALAURIE – O MONSTRO DA LOUISIANA (1787- 1842/1849)


Socialite do século XIX, é considerada uma das primeiras mulheres a cometerem assassinatos em série. Sua aparência quase angelical escondia uma mulher cruel e sanguinária, que castigava fortemente os escravos que não fizessem exatamente o que ela pedia. A madame tinha um quarto de tortura no andar de cima de sua casa, e quem era mandado para lá nunca mais voltava. Após um incêndio em sua mansão, autoridades encontraram diversos corpos de escravos mortos, pendurados, amarrados, algemados. Uma das mulheres tinha a boca costurada, outra não tinha mais a pele do corpo.
Estima-se que Delphine tenha matado mais de 100 vítimas. Investigações descobriram que havia muitos corpos de escravos queimados na residência. Delphine e o marido fugiram para Paris e nunca foram punidos.
Não se sabe ao certo se Dephine morreu em 1942 ou 1849. De acordo com os arquivos franceses de Paris, morreu em 7 de dezembro de 1849, aos 69 anos. Porém, foi enconrtada uma placa de cobre no cemitério # 1 de Saint Louis, onde está escrito que LaLaurie morreu em Paris em 1842
Delphine aparece na terceira temporada de American Horror Story: Coven, interpretada pela atriz Kathy Bates.



JANE TOPPAN – O PRIMEIRO ANJO DA MORTE (1854 – 1938)


Era enfermeira no Hospital Cambridge em Massachusetts. Em 1901, ela confessou 31 assassinatos, entre elas 12 pacientes, seu senhorio, sua irmã adotiva e um amigo de infância.
Ela experimentava morfina e atropina em porcos para ver o que as substancias faziam aos seus sistemas nervosos. Drogava e dopava seus pacientes, e e sabido que Jane abusava sexualmente de pacientes à beira da morte, afim de “ressuscitá-los”. Começou a envenenar pessoas, entre elas o dono da casa que ela morava, sua irmã de criação, seu irmão, juntamente de sua esposa e duas filhas, e a irmã de seu cunhado. Ela foi julgada inocente por razões de insanidae mental e setenciada a permanecer internada em um sanatório pelo resto da vida.
Segundo a história, ela teria dito à polícia:
“esta é minha ambição, ter matado mais pessoas – mais pessoas indefesas – do que qualquer homem ou mulher que já tenha vivido”.
Jane inspirou vários filmes e personagens do cinema.



JEANNE WEBER - A ESTRANGULADORA DE CRIANÇAS (1874-1918)


Foi uma serial killer francesa, nascida em 1874, que matou quatro crianças por asfixia, além de seus 3 filhos e um sobrinho. Por alguma razão, os sinais visíveis de estrangulamento foram ignorados inicialmente pela perícia, até que um outro sobrinho foi encontrado pela mãe sendo estrangulado, no flagra, pela mulher.
Com isso, ela foi condenada por 8 assassinatos além dos de seus filhos, mas conseguiu se safar graças a um advogado habilidoso. Todavia, não parou de matar, e anos mais tarde foi pega no flagra novamente tentando matar um garoto de 10 anos, que ela não apenas já havia matado, mas se recusava a parar de estrangular até ter levado 3 socos do pai em fúria. Depois que Jeanne foi condenada em 1910, foi para um manicômio, onde se enforcou.



LEONARDA CIANCIULLI - A “SAPONIFICADORA DE CORREGGIO” (1894-1970)


Leonarda era uma mulher autoritária e muito supersticiosa. Uma cigana profetizou que ela se casaria, mas que todos seus filhos morreriam. Cumprindo-se, Leonarda se casou, engravidou 17 vezes, mas perdeu seus 13 primeiros filhos. Foram 3 abortos espontâneos e 10 crianças morreram ainda no berço. Sobraram apenas quatro. Com medo da profecia da cigana levar os restantes dos filhos, Leonarda começou a se envolver com o ocultismo e bruxaria. E então começou a fazer sacrifícios humanos para quebrar a maldição.
Escolhia como vítimas mulheres de meia idade e idosas, solteiras, sem família e com algum tipo de dificuldade que poderia ser explorada. Ela as atraia lendo suas mãos e profetizando futuros melhores. Fazia-as venderem todos seus pertences e se despedirem da família através de cartas, para então ir atrás de suas profecias. Depois, matava suas vítimas a machadadas, as esquartejava, e escoava o sangue em uma bacia. Derretia os corpos em um caldeirão, onde cozinhado-os durante toda a noite com soda cáustica e água fervente, e com a gordura corporal fazia sabonetes e velas. O sangue coagulado nas bacias virava farinha, no qual fazia bolos. Tanto os bolos, como os sabonetes e as velas eram consumidos por ela e pelos filhos como também dados aos vizinhos. 
 “Joguei os pedaços em uma panela, acrescentei sete quilos de soda cáustica, que havia
comprado para fazer sabão, e misturei tudo até dissolver os pedaços, formando uma pasta
espessa que despejei em vários baldes e joguei em um tanque séptico próximo. Quanto ao
sangue na bacia, esperei coagular, sequei no forno, desidratei e misturei com farinha, açúcar,
chocolate, leite e ovos, e também um pouco de margarina, formando uma massa. Fiz muitos
bolos que servi às mulheres que iam me visitar, e Giuseppe e eu também os comemos.” [Leonarda Cianciulli – Trecho do livro de memórias “Confissões de uma alma amarga”, supostamente escrito por ela na prisão].

Ficou presa por 5 anos, aguardando julgamento, e passava seus dias escrevendo suas
memórias, “Confissões de uma alma amarga” – um livro com mais de 700 páginas em que contava sobre seus macabros crimes, sua infância difícil e a tempestuosa relação com sua mãe. Após 3 dias de julgamento, ela foi declarada parcialmente insana, e condenada há 30 anos de prisão e 3 anos de manicômio judiciário. Porém, antes de cumprir seus 30 anos de cadeia, passou três anos se tratando num hospital psiquiátrico, e nunca mais saiu. Ela morreu vinte e quatro anos depois, em 15 de Outubro de 1970, aos 78 anos.
Estão expostos no Museu de Criminologia de Roma alguns dos itens encontrados na casa da Saponificadora: Um martelo, um cutelo, uma faca, dois machados e um tripé para caldeirão  

  

DOROTHEA PUENTE – A VOVÓ ASSASSINA (1929-2011)


Conhecida como “Senhoria da Casa da Morte”, era uma mulher com cara de vovó que gerenciava um pensionato para idosos. Puente sacava as aposentadorias dos inquilinos para uso próprio, e assassinava todos os que reclamavam. A investigação policial descobriu sete corpos enterrados em seu quintal. Foi condenada por assassinato, e está entre as 64 serial killers registradas na história dos Estados Unidos.
Puente foi acusada de um total de nove assassinatos condenada por três, e recebeu duas penas de prisão perpétua, morreu de causas naturais em 27 de março de 2011, aos 82 anos.

Saiba mais sobre a Vovó em: https://pasdemasque.blogspot.com.br/2010/02/dorothea-helen-puente.html


 BEVERLEY ALLITT – ANJO DA MORTE (1968-...)


Conhecida como "Anjo da Morte" por atacar crianças na ala infantil de um hospital em Grantham, Lincolnshire. Essa enfermeira pediatra matou 4 crianças e atacou outras 9 num período de 2 meses. Em seus ataques a enfermeira ministrava nas vítimas injeções contendo substâncias como potássio, insulina ou simplesmente ar, causando-lhes reações adversas. 
Beverley tinha a Síndrome de Munchausen, que consiste em fingir sintomas de uma doença para atrair atenção. Foi levada à julgamento em 1993, e jamais atestou sua culpa. Mesmo assim, recebeu 13 penas perpétuas por seus crimes e até hoje está presa.



AILEEN WUORNOS – A AMANTE DA MORTE (1956-2002)


Conhecida como a “amante da morte”, é a serial killer mais famosa dos Estados Unidos. As vítimas de Wuornos eram homens que ela baleava e deixava no acostamento de rodovias. Foi condenada há 6 sentenças de morte pelos assassinatos de 6 homens. Foi executada com uma injeção letal em 9 de outubro de 2002, aos 46 anos. Wuornos falou sobre os assassinatos com frieza:
“eu os roubava, e eu os matava tão fria como gelo, e faria de novo, e eu sei que mataria outra pessoa porque odeio humanos há muito tempo”, disse ela.
A historia de Aileen foi recontada em 3 filmes, 2 livros, 1 livro de historia em quadrinhos e, por mais estranho que pareça, numa ópera de Carla Lucero, que disse: “Sinto muita pena dessa mulher. Ela nunca desistiu do conceito de amor e foi traída por todos, absolutamente todos”.

Saiba mais sobre a Aileen Wournos em: https://pasdemasque.blogspot.com.br/2008/11/aileen-wuornos.html




continua...

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Meu Amigo Dahmer, adaptação da graphic novel de Derf Beckderf

Baixe o filme através deste link:

http://www.comandotorrents.com/meu-amigo-dahmer-torrent-2018-legendado-web-dl-720p-1080p-download/




Será possível identificar os traços de personalidade de um assassino antes mesmo que ele comece a matar? Imagine descobrir que um amigo seu de escola acabou se transformando num dos mais temidos serial killers do século? Essa é a história real que o quadrinista Derf Backderf relata na graphic novel "Meu Amigo Dahmer". "Meu Amigo Dahmer" traz o perfil do psicopata Jeff Dahmer quando este ainda era um aluno do ensino médio. O autor do livro foi seu colega de turma nos anos 1970, e conviveu com o futuro "canibal de Milwaukee" com uma intimidade que Dahmer talvez só viesse a compartilhar novamente com suas vítimas. Juntos, Derf e Dahmer estudaram para provas, mataram aula, jogaram basquete. Os dois tomaram rumos diferentes, e Derf só voltaria a saber do amigo pelo noticiário, anos depois. Em 1991, os crimes de Jeffrey Dahmer vieram à tona: necrofilia, canibalismo e uma lista de pelo menos 17 mortos, entre homens adultos e garotos. O primeiro assassinato teria acontecido meses após a formatura no colégio. Além de remexer nos seus velhos cadernos e álbuns de fotografia, Derf consultou seus amigos de adolescência, antigos professores, os arquivos do FBI e a cobertura da mídia após a descoberta de seus crimes antes de roteirizar "Meu Amigo Dahmer". Muitos tinham histórias do garoto que costumava fingir surtos epilépticos, que exagerava na bebida antes mesmo de ir para a aula e que parecia ter uma fixação em dissecar os animais atropelados que encontrava perto de casa. Mas quem realmente poderia prever os caminhos sombrios pelos quais ele seguiria? Seria possível evitar tamanha tragédia? "Meu Amigo Dahmer", a história (em quadrinhos) antes da história, foi premiada no Festival de Angoulême, França, em 2014, e incluída pela revista Time como um dos cinco melhores livros de não ficção de 2012. A primeira HQ da coleção Crime Scene inaugura a publicação de histórias em quadrinhos, graphic novels e mangás pela DarkSide Graphic Novel.

retirado de "Livraria cultura"

Quer saber mais sobre ele? Acesse: http://pasdemasque.blogspot.com.br/search?q=Dahmer





sexta-feira, 27 de maio de 2016

Ian Kevin HUNTLEY



Biografia


Ian Kevin Huntley nasceu em uma casa de classe operária em Grimsby, North East Lincolnshire, no dia 31 de janeiro de 1974, o primeiro filho de Kevin e Linda Huntley. Asmático, teve um período turbulento na escola, muitas vezes,  alvo de bullying escolar, e este problema durou até que, aos 13 anos, ele tenha sido forçado a mudar de escola. Ele deixou a escola em 1990 e recusou-se a continuar os seus estudos,  apesar de ter notas razoáveis, preferindo ir diretamente para o trabalho.

Huntley

Nos anos depois que ele deixou a escola, Huntley já parecia ter desenvolvido um interesse em meninas, e ele foi visto com meninas de 13 anos de idade, quando ele tinha dezoito anos. Em dezembro de 1994, Huntley conheceu Claire Evans, na época ela estava com 18 anos, embarcou em um romance, e se casou com ela dentro de semanas. O casamento foi de curta duração, no entanto, e ela deixou Huntley dentro de dias, trocando-o por seu irmão  mais novo, Wayne. Huntley, enfurecido, recusou-se a conceder a sua esposa um divórcio até 1999, impedindo o casamento de seu irmão com Evans.

Huntley

Após o colapso de seu casamento, Huntley tornou-se mais nômade, passando de um apartamento alugado para o outro, e mudou de emprego com freqüência. Ele teve uma sucessão de relações, uma delas com uma menina de 15 anos de idade, com quem ele teve uma filha, em 1998. Um inquérito subsequente revelou que, entre 1995 e 2001, Huntley, teve contactos sexuais com meninas menores de idade, variando entre 11 e 17 anos de idade.

Em 07 de janeiro de 1998, em Grimsby Crown Court, ele foi acusado de ter assaltado a casa de um vizinho, e em maio de 1998, ele foi acusado pelo estupro de uma menina de 18 anos de idade, em Grimsby. Nenhum dos casos foram julgados, devido à falta de provas, mas a acusação de estupro contaminou sua reputação substancialmente.

Huntley

Em fevereiro de 1999 ele conheceu Maxine Carr, então com 22 anos de idade, em uma boate, e eles passaram a morar juntos após 4 semanas. A relação durou, apesar de algumas linhas de turbulência, e eles se mudaram para Littleport, perto de Soham, em 2001, onde Huntley arrumou um emprego em Soham Village Centre como gerente de uma equipe de cuidadores.



Em setembro de 2001 ele se candidatou para o cargo de zelador em Soham Vila College, e em novembro de 2001, apesar de sua história sobre contato sexual com menores de idade, ele foi premiado com a posição. Carr, também, foi contratada como assistente de ensino na escola primária local.

Os Crimes


No início da noite de 04 de agosto de 2002, duas meninas de 10 anos de idade, Holly Wells e Jessica Chapman, estavam em seu caminho para comprar doces, quando passou por casa alugada de Huntley em College Fechar. Huntley os viu e perguntou-los, alegando que Carr, que era conhecido por as meninas através de seu trabalho na sua escola, também estava em casa. Carr, de fato, foi afastado visitar parentes no momento, e dentro de um curto período de tempo de Holly e Jessica ter entrado na casa, Huntley tinha assassinado os dois.

Holly e Jessica

Huntley usou seu carro para transportar os corpos por cerca de 20 milhas de distância, onde os jogou em uma vala e ateou fogo, em uma tentativa de destruir as provas forenses.

                                          Jessica e Holly

Mais tarde naquela noite, Jessica Chapman e Holly Wells foram dadas como desaparecidas e uma busca policial começou por volta da meia-noite. Durante as próximas duas semanas a busca iria se tornar uma das mais difundidas e divulgadas na história britânica.


                                                                  Holly e Jessica

Várias pessoas prestaram depoimento, incluindo Huntley, que afirmou ter visto as meninas pouco antes que elas desaparecessem, e sua casa foi revistada rotineiramente, a fim de eliminá-lo como suspeito. Huntley também concedeu entrevistas para a televisão para a imprensa, e seu interesse incomum, juntamente com o seu envolvimento emocional, fez investigadores suspeitarem, levando a uma busca mais ampla que revelou os restos meio queimados de camisas de Holly e Jessica, num edifício de armazenamento em Soham College, onde Huntley foi empregado.

Holy e Jessica

Após a descoberta, a polícia prendeu Huntley, e sua namorada Carr, por suspeita de assassinato. Mais tarde no mesmo dia, 17 de agosto de 2002, 13 dias depois que as meninas tinham desaparecido, um guarda descobriu os corpos das mulheres perto de RAF Lakenheath, uma base aérea em Suffolk, perto da casa do pai de Huntley.

Carr

Relatórios de autópsia subsequentes sobre as meninas listados sua causa provável da morte como asfixia, mas seus corpos foram muito mal decomposto para estabelecer se eles tinham sofrido qualquer agressão sexual.

Carr

Apesar das tentativas de Huntley para destruir provas forenses, extensa busca por resíduos de cabelos e fibras ligaram Huntley ao assassinato das meninas. Huntley foi formalmente acusado pelo assassinato das meninas, e seccionado sob a Lei de Saúde Mental da Rampton Hospital, na pendência de uma audiência para determinar se ele estava apto para ser julgado. Carr foi presa por ajudar um criminoso, bem como conspiração para obstruir o curso da justiça, como tinha inicialmente ajudado Huntley com um falso álibi.

Carr

O julgamento

Os julgamentos de Huntely e Carr ocorreram em Old Bailey, em Novembro de 2003. Huntley foi confrontado com duas acusações de assassinato, enquanto Carr foi acusada de perverter o curso da justiça e ajudar um criminoso.

                        Faixa: Holly e Jessica. Que os santos no céu cuidem de vocês.


A promotoria apresentou provas que ligavam Huntley as meninas e, três semanas depois do julgamento, apesar de anteriormente ter negado qualquer conhecimento dos seus homicídios, Huntley, de repente mudou sua história, admitindo que as meninas tinham morrido em sua casa, mas ele alegou que ambas as mortes foram acidentais. A defesa chamado Huntley como sua primeira testemunha, e ele descreveu como se ele tivesse acidentalmente batido em Holly Wells após levá-la para o banheiro, enquanto queria ajudá-la a controlar uma hemorragia nasal, e tinha acidentalmente sufocado Chapman, quando ela começou a gritar, e ele tinha tentado silenciá-la. No interrogatório a acusação descreveu sua versão mais recente como "lixo".


O depoimento de Carr começou três dias depois, quando foi alegado que ela não tinha controle sobre os eventos no dia do assassinato, e que, se soubesse da intenção assassinato, ela nunca teria mentido para proteger Huntely.


Seguindo o seu testemunho, a acusação apresentou as suas declarações finais, alegando que tanto Carr quanto Huntley mentiram, e também que o motivo de Huntley por assassinar as meninas era sexual, embora a evidência física não comprovasse isso, por conta dos corpos terem sido queimados gravemente.

                                                           os pais das meninas.


Depois de cinco dias de deliberação, o júri rejeitou as alegações de Huntley que as meninas tinham morrido acidentalmente e, em 17 de Dezembro de 2003, foi considerado culpado. Huntley foi condenado à prisão perpétua.

Sharon-&-Leslie-Chapman 


-Sharon-&-Leslie-Chapman 

Um dia após a condenação, entrou em vigor uma lei que determinava um “tempo” de cadeia para criminosos e em uma audiência no dia 29 de setembro de 2005, um juiz determinou que o caso  não preenchia os critérios para uma condenação perpétua, que agora estava reservado para casos sexuais, sádicos ou abdução apenas sob a nova lei, e impôs uma  pena de 40 anos de prisão, o que oferecia a Huntley muito pouca esperança para a liberação. No dia 14 de setembro de 2005, Huntley tinha sido atacado por outro preso na prisão de Belmarsh, e escaldado com água fervente, que o impediu de participar desta audiência de sentença.

Carr foi inocentada de auxiliar um criminoso, mas considerada culpado de perverter o curso da justiça, e presa por três anos e meio, mas ela foi libertada sob proteção policial em Maio de 2004, quando ela já tinha passado 16 meses em prisão preventiva , enquanto aguardava o julgamento.
Carr, recebeu uma nova identidade e, no dia 24 de Fevereiro de 2005, foi concedida uma ordem indefinida de proteção a sua nova identidade pelo Supremo Tribunal, com base em que sua vida estaria em perigo se sua nova identidade fosse revelada.
Enquanto preso, Huntley admitiu a seu pai que ele mentiu no seu julgamento, alegando que ele matou Jessica Chapman para impedir que ela pedisse ajuda em seu celular, ao invés de sufocá-la acidentalmente, como ele alegou no tribunal .
Em 23 de julho de 2004 a mãe de Carr, Shirley Capp, foi condenada a seis meses de prisão por intimidar uma testemunha durante o julgamento. A vizinha de Capp, Marion Westerman, havia dito à polícia que ela tinha visto Carr chorando, e Huntley, olhando na bagageira de um carro em frente à casa da mãe de Carr, pouco depois de Holly Wells e Jessica Chapman terem desaparecido. As ameaças da mãe de Carr fizeram com que Westerman retraísse sua declaração no momento, e não testemunhasse em tribunal.
No dia 5 de setembro de 2006, Ian Huntley foi levado para o hospital depois de ser encontrado inconsciente em sua cela na prisão. Ele foi levado ao Hospital Pinderfields em Wakefield para receber tratamento para uma overdose de droga suspeitas e foi devolvido à prisão no dia seguinte.

Na sequência deste incidente, o Ministério do Interior divulgou um comunicado para a mídia.
"Huntley continua a ser gerenciado de acordo com a política de Serviços Prisionais, sobre a prevenção de suicídio e auto-mutilação. Em particular, ele estará sujeito a Avaliação e tratamento psicológico”.
Huntley tomou 29 comprimidos de anti-depressivo, que tinha escondido em uma caixa de saquinhos de chá, em Junho de 2003.
fonta : http://murderpedia.org/male.H/h/huntley-ian.htm


domingo, 23 de agosto de 2015

Robert Chambers - "Coroinha Playboy".


"Você foi o primeiro homem que conheço que foi violentado no Central Park."

Número de vítimas: 1
Data do assassinato: 26 de agosto de 1986
Data de nascimento: 25 setembro de 1966
Vítima: Jennifer Levin, 18 anos.
Método de assassinato: Estrangulamento
Localização: New York City, New York, EUA
Status: Declarou-se culpado de homicídio culposo. Condenado a 5 a 15 anos de prisão em 22 de março de 1988. Foi solto em 14 de fevereiro de 2003. Em 11 de agosto de 2008, se declara culpado de vender drogas. Condenado a 19 anos em 02 de setembro de 2008. 

Infância

Robert Chambers foi criado por sua mãe, Phyllis née Shanley, uma enfermeira que emigrou de County Leitrim na Irlanda para Nova York. Ele atuou como coroinha e participou de uma série de escolas preparatórias como bolsista, já que sua mãe não tinha dinheiro para pagar a matrícula da escola particular. Chambers não prosperou em um ambiente em que muitos de seus colegas de classe eram consideravelmente melhores do que ele, e teve problemas com notas baixas e comportamento anti-social, incluindo roubo e abuso de drogas. Entre as escolas que estudou estão: Escola de Saint David (New York City), Choate Rosemary-Hall, A Escola Browning e, finalmente Escola Preparatória Iorque . Chambers também pestudou em Wilbraham Junior High em Massachusetts durante o ensino médio.



Chambers foi aceito pela Universidade de Boston, onde completou um semestre, mas foi "convidado a se retirar" por causa de alguns eventos, um deles envolvendo um cartão de crédito roubado. Em seguida, ele cometeu outros pequenos furtos e assaltos em conexão com o seu abuso de drogas e álcool.

Incapaz de manter um emprego, ele recebeu uma intimação por conduta desordeira  certa noite após sair do bar Upper East Side bar Dorrian's Red Hand, localizado na 300 East 84th Street em Manhattan. Chambers destruiu a intimação da polícia e enquanto estava deixando a cena, gritou: "Malditos covardes, você devem ir atrás de negros!"

Mais tarde, ele entrou e recebeu alta da Clínica Hazelden, em Minnesota, um centro de tratamento de toxicodependência. Ele morava com a mãe em um apartamento na 11 East 90th Street.

A morte de Levin

A namorada de Chambers, Alex Kapp, rompeu publicamente com ele no bar "Mão Vermelha de Dorrian" (já citado em inglês), na noite da morte de Levin. Kapp foi ouvida por todos ao expressar ciúme em relação à presença de Jennifer Levin, amante secreta de Chambers, jogando um saco de preservativos para ele e gritando "Você pode pegar isso de volta, porque você não os está usando comigo!" e foi assim que ela terminou o relacionamento. Chambers, posteriormente, deixou o bar com Levin.

O cadáver seminu de Levin, mostrou marcas de estrangulamento, estava coberto de hematomas, marcas de mordida, e cortes, o corpo foi encontrado por um ciclista sob um olmo (tipo de árvore) em uma colina gramada perto da Quinta Avenida e Rua 83, atrás do Museu Metropolitano de Arte. Seu sutiã e camisa foram empurrados até o pescoço, e sua saia estava em torno de sua cintura. O médico legista disse que Levin morreu de "asfixia por estrangulamento", e oficiais da polícia haviam dito que havia inúmeros hematomas no pescoço dela, ambos do estrangulamento e de suas próprias unhas enquanto ela agarrou as mãos de seu assassino e tentou remove-las. Mais tarde, Chambers assistiu de perto os policiais investigando a cena. Os investigadores tinham encontrado a calcinha da Levin cerca de 46m de distância.


A prisão

A polícia ouviu o nome de Chambers de clientes do bar, que o tinham visto saindo com Levin. Quando as autoridades chegaram a interrogá-lo em sua casa, ele tinha arranhões recentes no rosto e nos braços, que ele inicialmente disse que eram "arranhões de gato". Ele foi, então, levado para interrogatório.



Chambers mudou sua história várias vezes: "'seu gato tinha as unhas cortadas"; ele "se separar de Levin imediatamente após sair do bar"; "ele se separar dela para comprar cigarros". (Foi descoberto mais tarde que Levin não fumava.) Na versão final de sua confissão, ele alegou que algum tempo depois que ele e Levin haviam deixado o bar, ela lhe pediu por "sexo violento", amarrou as mãos Chambers com a calcinha, e feriu seus órgãos genitais com a forma como estimulou-o, e que ela havia sido morta acidentalmente quando ele libertou as mãos e a empurrou para longe dele.



Confrontado com esta explicação, a examinar a assistente da promotoria Saracco disse: "Você foi o primeiro homem que conheço que foi violentado no Central Park."

Antes da sentença, Chambers foi autorizado a ver seu pai, a quem ele disse: "Que puta, por que ela não me deixa em paz?"




Julgamento e mídia


Os meios de comunicação haviam o apelidado "The Preppie Murder" (Assassino Playboyzinho). Algumas das fontes de mídia de Nova York haviam relatado oo crime em aspectos chocantes, por exemplo, o New York Daily News escreveu: "Como Jennifer cortejou a morte" e "Jogo sexual ficou brutal". A reputação de Levin foi atacada, enquanto Chambers foi retratado como um Kennedy,"coroinha playboy" com um "futuro promissor".


O arcebispo Theodore Edgar McCarrick de Newark, New Jersey, mais tarde arcebispo de Washington, escreveu uma carta de apoio ao pedido de fiança de Chambers. Ele havia conhecido Chambers e sua mãe porque Phyllis Chambers tinha sido empregada como uma enfermeira pelo cardeal Terence Cooke. McCarrick, era próximo da família Chambers e foi padrinho de Robert em seu batismo.


(foto:Local do crime)

Chambers teve fiança garantida através de sua família e do proprietário do bar, Jack Dorrian.
Sendo assim, ele permaneceu em liberdade sob fiança durante os dois anos de seu julgamento.

(foto: O Bar)


A defesa procurou retratar Levin como uma mulher promíscua que manteve um "diário sexual"; no entanto, nenhum tal diário existia. Levin, em vez disso, manteve um pequeno caderno que continha os nomes e números de telefone dos seus amigos e notações de compromissos comuns. Tais táticas foram recebidas com indignação pública, com os manifestantes (alguns chamar-se "Justiça para Jennifer") demonstrando fora do tribunal.

Jennifer Levin tinha acabado de se formar na escola Baldwin High School, em Nova York e iria fazer faculdade na Chamberlayne College, em Boston. Chambers chegou a descrever
Levin como a "garota mais bonita do mundo."


Com o júri num impasse durante nove dias, foi feito um acordo em que Chambers se declarou culpado do menor crime de homicídio em primeiro grau (um crime de classe B), e de uma acusação de roubo (um crime de Classe C) para seus roubos em 1986. Ele foi condenado a servir de 5 a 15 anos.

Resultado

Em abril de 1988, o programa de televisão, de tabloide, "A Current Affair" transmitido um vídeo caseiro mostrando Chambers em uma festa quando ele estava em liberdade sob fiança. Ele foi mostrado no vídeo com quatro meninas vestidas de lingerie, sufocando-se com as mãos enquanto fazia barulhos de engasgos altos, e torcendo a cabeça de uma boneca Barbie, dizendo em falsete: "Meu nome é ... Oops eu acho que eu matei ela!. "



Chambers serviu maior parte de sua sentença de 15 anos em Auburn State Prison, mas foi mais tarde transferido para Clinton Correctional Facility, devido às suas infrações. Ele agrediu um agente penitenciário e foi citado repetidamente por portar armas brancas e drogas, o que resultou em acusações criminais adicionais. Ellen Levin, mãe de Jennifer Levin, também foi invocada perante o conselho de liberdade condicional de New York para negar-lhe a liberdade condicional. Quase cinco anos de seu mandato foram servidos em confinamento solitário.

Phyllis Chambers, a mãe de Robert, à esquerda com Robert em 1988, tinha sido uma enfermeira na Irlanda, mas se mudou para Nova York, onde ela se tornou uma cuidadora para famílias ricas de Nova York. Phyllis esperava que Robert se tornasse um empresário bem sucedido. No entanto, suas expulsões de uma série de escolas preparatórias e admissão ao centro de tratamento para abuso de substâncias Hazeldon minou suas aspirações.
(Mark Lennihan / AP Photo)

Chambers foi libertado da prisão de Auburn em 14 de Fevereiro de 2003, após ter cumprido a totalidade de sua pena, devido a suas numerosas infrações. Sua soltura foi um circo da mídia, eles chegaram em frente à prisão tão cedo 13 horas antes de seu tempo de liberação 07h30.





Chambers saindo da prisão.


Ellen Levin, com um retrato de sua filha Jennifer, esteve presente em cada dia do julgamento, de janeiro a março de 1988. Levin incansavelmente lutou contra a acusação, e contra a mídia de Nova York, qie retratavam sua filha como uma menina promíscua que "colheu o que plantou".

Quando a tática da acusação de "culpar a vítima" finalmente se desfez a barganha aceita por Chambers, Ellen dedicou sua vida a argumentar contra esta tática em casos criminais. Ela tem trabalhado para mudar as leis que enfatizam o direito de criminosos e tem usado sua experiência para ajudar a aconselhar os outros pais que perderam filhos por assassinatos.
(© 2007 by Daily News LP)

No mesmo dia, um documentário foi exibido em Dateline, entrevistando Chambers. Chambers, continuou a afirmar que ele estrangulou a vítima Jennifer Levin acidentalmente em uma tentativa desesperada para impedi-la de machucá-lo durante o sexo forte, no Central Park de Nova York. Ele também negou que tivesse tido problemas disciplinares na prisão. No entanto, ele teve inúmeras infrações, inclusive agredir um membro da equipe e foi pego com heroína em sua cela.

Foto tirada em 2002 (Daily News LP)

Depois de sair da prisão, Chambers se estabeleceu em Dalton, Georgia com sua namorada, Shawn Kovell, que tinha aparecido no vídeo infame, em que ele "brinca" com uma boneca Barbie, feito antes de sua sentença. Os dois viveram lá por oito a nove meses. Ele encontrou um emprego na fábrica de corantes Pentafab. Chambers e Kovell mudaram-se para um apartamento, deixado pela mãe de Kovell, em Manhattan na rua 57th do leste de Sutton Place, em Nova York, a mãe de Kovell faleceu no Outono de 2003. Chambers encontrou um emprego em uma empresa de limousine no Queens, e mais tarde para um fabricante de troféus de esportes em New Jersey.

Robert Chambers, e sua namorada Shawn Kovell se declararam inocentes para a acusação de venda de drogas e acusações de porte de armas em uma audiência de acusação, 25 de outubro de 2007. Chambers, como mostrado à esquerda em seu caminho para a audição da acusação, disse nada mais do que "não culpado". Seu advogado, Valerie Van Leer Greenberg, se recusou a comentar
após a audiência no tribunal.
(ABC)


Porte de drogas


Pouco antes do dia de Ação de Graças de 2004, Chambers foi parado em seu Saab por dirigir com a carteira de motorista suspensa em Manhattan na Rua 139. Foram encontrados envelopes contendo drogas no carro de Chambers. Chambers foi acusado em 29 de novembro de 2004, com a posse de heroína e cocaína, e por dirigir com a carteira suspensa, e, também, dirigindo um carro sem um selo de vistoria válido.

Chambers declarou-se culpado em julho de 2005, e em 29 de agosto, ele foi condenado a uma sentença reduzida de 90 dias de prisão e multa de US $ 200.
O promotor divulgou fotos encontradas no apartamento do casal. Uma mostra Robert Chambers segurando um saco de cocaína. Os sinais de abuso de drogas eram evidentes no desgrenhado apartamento de Manhattan, incluindo um almofariz e pilão usado para moer a cocaína, e resíduo em pó, de acordo com
o Daily News. (ABC)
Outra mostra Shawn Kovell, olhando para Chambers. Kovell foi presa junto com ele. (ABC)


Em 22 de outubro de 2007 Chambers foi preso novamente, desta vez em seu próprio apartamento, e acusado de três acusações de venda criminosa de substância controlada em primeiro grau, três acusações de venda criminosa de substância controlada no segundo grau e uma por resistir à prisão. Kovell também foi presa sob acusação de venda criminosa de substância controlada em segundo grau. O New York Daily News informou:

Policiais disseram que Chambers, 41, lutou com os oficiais que tentaram algemá-lo sobre as acusações criminais. Um detetive teve um polegar quebrado na briga.



Comentando sobre sua nova prisão, a ex-assistente da promotoria Linda Fairstein, que tinha processado Chambers pelo assassinato de Levin, disse:

"Isso não me surpreende. Eu sempre acreditei que seu problema com drogas e álcool iriam colocá-lo em apuros novamente. Ele teve a oportunidade de desintoxicação e de fazer cursos universitários, para endireitar a sua vida, mas isso claramente não é de interesse dele. Ele não aprendeu nada nos últimos 20 anos."



Chambers e Kovell foram acusados por tráfico de drogas. A defesa alegou que Chambers havia se tornado um viciado com a idade de 14 e usava em torno de 10 a 12 sacos de heroína por dia. Também foi relatado que ele também fumava maconha e tomava medicamentos prescritos. Chambers havia planejado alegar insanidade. A promotoria argumentou que Chambers era um traficante de drogas e tinha vendido $ 2.800 em heroína em um momento de paisana da polícia. Chambers enfrentaria prisão perpétua pelas acusações de drogas.

Em 11 de agosto de 2008, o gabinete do Manhattan DA anunciou que Chambers tinha se declarado culpado de vender drogas. Em 2 de setembro de 2008, ele foi condenado a 19 anos de prisão




Parte 1 do filme baseado na história de Chambers. (Sandra Bullock está no elenco)


Retirado, traduzido e adaptado de http://murderpedia.org/male.C/c/chambers-robert.htm
501 Crimes mais notórios.